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China responde EUA com sua própria iniciativa de segurança global

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Por Ramalho Lima

via nexperts

A China respondeu à “Clean Network Initiative” – proposta no mês passado pela administração de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos – com uma iniciativa para definir padrões globais de segurança de dados, que respeite os interesses de todos os países.

A Clean Network Initiative (Iniciativa de Rede Limpa), dos EUA, tem o objetivo de manter a China afastada de grande parte da internet ocidental, ao bloquear aplicativos chineses “não confiáveis” (de acordo com regras estabelecidas pelos americanos) das lojas de apps móveis, impedir que operadoras chinesas pré-instalem aplicativos americanos, manter os dados dos EUA fora dos serviços em nuvem chineses, e proteger cabos de rede submarinos.

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Propostas de segurança na rede são novo capítulo da novela da guerra comercial entre os EUA e a China.Propostas de segurança na rede são novo capítulo da novela da guerra comercial entre os EUA e a China.Fonte:  Pixabay/Reprodução 

“Intimidação descarada”

A iniciativa de segurança global na rede, proposta pela China, sugere às empresas investir em segurança digital, selando quaisquer backdoors que possam ser aproveitados em ataques hackers, mas respeitando as leis de dados dos países onde operam.

Além disso, desencoraja os países em práticas como vigilância em massa e espionagem a outras nações.

Para Wang Yi, ministro das Relações Exteriores da China, é importante que haja um conjunto de regras internacionais sobre segurança digital, que abranja as necessidades de todos os países envolvidos, ao invés de bloqueios provenientes de políticas unilaterais, que podem ser entendidos como “intimidação descarada”, já que se apoiam em termos como segurança, para impedir o crescimento de grandes corporações estrangeiras.

Em sua declaração, Wang cita que empresas líderes estariam sendo caçadas, o que pode ser uma referência às sanções que os EUA impuseram ao TikTok e à Huawei nos últimos meses. A ByteDance, dona do TikTok, está negociando a venda de parte da empresa para uma companhia americana, a fim de que o app não seja banido do país.

Enquanto isso, os EUA também fizeram uma campanha para que seus aliados (incluindo o Brasil) mantenham a Huawei longe de suas infraestruturas de redes 5G.

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