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Por Mateus Mognon

via nexperts

1 min de leitura

Huawei entra em 'modo de batalha' para combater crise nos Estados Unidos

O governo dos Estados Unidos deu uma trégua de mais 90 dias para a Huawei antes de proibir a companhia de fazer negócios com empresas do país de uma vez por todas. A situação pode colocar a fabricante chinesa em maus lençóis, mas o fundador da companhia, Ren Zhengfei, já tem um plano de recuperação para a firma.

Segundo a Reuters, o chefe da Huawei enviou um memorando para seus funcionários na segunda-feira dizendo que a empresa está em "modo de batalha" para superar esse momento de "vida ou morte".

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Em um texto cheio de referências militares, Zhengfei disse que pretende apostar na fabricação de componentes, cortar custos e tornar a empresa mais eficiente. “Se você não puder fazer o trabalho, abra caminho para o nosso tanque passar", declarou o executivo no documento. "E se quiser entrar no campo de batalha, pode amarrar uma corda ao redor do "tanque" para puxá-lo, todo mundo precisa dessa determinação!"

Ren Zhengfei(Fonte: Qilai Shen/Bloomberg)

O comandante da Huawei também revelou que a operação atual da companhia, que emprega cerca de 190 mil pessoas mundialmente, passará por uma reforma que acabará com diversos empregos.

O executivo ressalta que a empresa conseguiu alcançar números positivos no começo do ano, mas isso foi algo passageiro e que só foi possível por causa do público chinês. "Esse grande volume fez com que o fluxo de caixa ficasse bom, mas isso não representa a situação real", disse o executivo, explicando que as mudanças visam fazer a empresa ter sucesso a longo prazo.

De acordo com Zhengfei, o planejamento fará a Huawei passar por um período de renovação duro, mas auxiliará nas metas futuras da fabricante, como se tornar a maior companhia de smartphones do mercado. "Em 3 a 5 anos, a Huawei estará com sangue renovado. Depois de sobrevivermos ao momento mais crítico de nossa história, um novo exército vai nascer. Para fazer o que? Dominar o mundo", disse o executivo.

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Fontes

Reuters

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