Menu

Explore por temas!

Bookmarks

Salve suas notícias e leia quando quiser.

Imagem de: Privatização dos Correios não deve ocorrer tão cedo, afirma Marcos Pontes
Avatar do autor

Por Ramalho Lima

1 min de leitura

Privatização dos Correios não deve ocorrer tão cedo, afirma Marcos Pontes

Em audiência realizada nesta terça-feira (06) na Câmara dos Deputados, o Ministro Marcos Pontes e o presidente dos Correios, general Floriano Peixoto, afirmaram que a privatização da companhia não começou nem foi aprovada.

A venda da estatal para o setor privado deverá ser estudada e realizada com planejamento. Nas palavras de Pontes, "não existe nenhum procedimento de desestatização ou privatização para nos preocupar neste momento", e se for aprovada deverá ser "feita da melhor forma possível, com a participação de todos".

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A declaração soou como uma discordância de ideias entre o ministro e o Presidente Jair Bolsonaro. Meia hora depois, em um evento em São Paulo, Bolsonaro afirmou:  "Vamos privatizar os Correios".

Aparente contradição

Quando questionado sobre a afirmação do presidente e a possível contradição, Pontes disse que sua declaração foi baseada na conversa que teve com Bolsonaro na noite anterior, quando o presidente disse que mantém sua intenção de privatizar a empresa, porém que isso não deve ocorrer agora.

Durante a audiência, que foi acompanhada em grande parte por funcionários dos Correios, Pontes explicou que a preocupação imediata do governo é manter a companhia em pleno funcionamento e "autossustentável econômica e financeiramente".

Presidente dos Correios propôs estratégias

O presidente dos Correios aproveitou a ocasião para propor duas "alternativas de desestatização", que seriam incluir a empresa diretamente no Plano Nacional de Desestatização (PND) ou utilizar o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) a fim de estudar a melhor alternativa para o processo de privatização.

Amazon e Alibaba estão interessadas

Bolsonaro já vinha falando no assunto mesmo antes de tomar posse. Com isso, duas gigantes do varejo em seus países de origem, Amazon (EUA) e Alibaba (China), já demonstraram interesse em comprar os Correios caso a privatização seja aprovada. Com a compra, a nova dona da empresa teria uma imensa participação no mercado varejista brasileiro de forma instantânea.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Fontes

UOL

Categorias

Mercado Correios Mercado

Comentários

Conteúdo disponível somente online
Privatização dos Correios não deve ocorrer tão cedo, afirma Marcos Pontes