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Por que a autonomia de celulares não se resume à contagem de mAh?

2 min de leitura
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Por Igor Almenara Carneiro

via nexperts

Uma das características mais importantes de um celular é a autonomia da bateria. Normalmente, a descrição dos smartphones tenta impressionar pela grande contagem de miliampere-hora (mAh), uma unidade de medida para a capacidade das baterias. Mas seria isso o bastante para determinar a capacidade de um celular?

Como você já deve imaginar, a resposta é "não". Todo o corpo do aparelho impacta a autonomia, sendo a bateria apenas um dos elementos determinantes nesse aspecto. A quantidade de câmeras, o display, a tecnologia da tela, as aplicações nativas e, o mais importante, o processador são outros poderosos agentes no consumo de energia e devem ser levados em consideração.

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a (Fonte: VisualHunt)

Mas o que são mAh?

O miliampere-hora, unidade de medida 1 mil vezes menor que o ampere-hora, determina quanta corrente consegue ser transmitida em 1 hora: 1 mAh proporciona 1 mA por hora. Em uma situação hipotética — e em cenário ideal —, se um smartphone consumisse 1 mA por hora e tivesse bateria de 5 mil mAh, ele ficaria 5 mil horas sem precisar de recarga.

Entretanto, o consumo de energia de um celular vai além de 1 mA por hora e varia tanto com o estilo de uso quanto com os componentes que o equipam. Sendo assim, duas pessoas podem ter o mesmo smartphone, mas suas experiências com recargas podem ser totalmente diferentes, assim como aparelhos podem resistir mais horas longe da tomada mesmo com menos mAh em sua composição.

A relação do processador com a bateria

Ainda que um celular tenha generosos 5 mil mAh e essa característica prometa mais de 24 horas fora do carregador, ela não é a única responsável por esse feito. Em cenários semelhantes de uso, as diferenças de hardware se tornam os principais fatores na autonomia de bateria — e o processador é um importante elemento na composição.

De modo geral, quanto mais poderoso for o processador, mais energia ele consumirá. Isso se dá pela capacidade de lidar com informação, quantidade de tarefas em segundo plano e planos de energia determinados pela fabricante. Então celulares mais baratos ficam mais tempo ligados? Também não. Fatores de construção do chip, como arquitetura e litografia, impactam significativamente o consumo energético.

Baterias removíveis praticamente deixaram de existir em celulares modernos.Baterias removíveis praticamente deixaram de existir em celulares modernos.Fonte:  Pexels 

Faixa de preço e seus benefícios

É bem mais comum encontrar celulares de entrada ou intermediários que prometem mais de 1 dia sem uma recarga e usem isso como destaque para venda. Esse fenômeno é devido às características desse mercado; normalmente, consumidores dessa faixa de preço têm necessidades muito bem definidas para um celular.

O número de pixels da tela, a taxa de atualização, a quantidade de câmeras e seus megapixels e a conectividade (3G, 4G ou 5G) são determinantes para a autonomia de bateria — e são um problema em celulares top de linha.

O estilo de uso do portador é determinante para a duração da carga.O estilo de uso é determinante para a duração da carga.Fonte:  Pexels 

A pesquisa é a maior aliada

Estudar o comportamento do celular, entender seus componentes e acompanhar os avanços tecnológicos passa a ser a melhor ferramenta para determinar qual é o aparelho com a "melhor bateria". É necessário compreender as necessidades do usuário e o quanto ele está disposto a gastar no novo smartphone para fazer uma boa compra.

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