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Imagem de: Simulação da NASA mostra qual seria o impacto de um asteroide na Terra
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Por André Luiz

1 min de leitura

Simulação da NASA mostra qual seria o impacto de um asteroide na Terra

A ideia de alguma coisa cair na Terra e causar uma catástrofe que pode trazer o fim da humanidade é um assunto que já foi abordado à exaustão pela ficção, mas vez ou outra surgem notícias sobre meteoros e asteroides que passam perto do Planeta. Isso fez com que alguns especialistas da NASA resolvessem se preparar para uma eventual colisão, criando uma simulação mais próxima possível da realidade.

NASA já realiza simulações desse tipo de tempos em tempos, com reuniões em 2013, 2015 e 2017, devido ao alerta de um asteroide de 100 a 300 metros de diâmetro que está se aproximando da Terra e tem 1% de chance de se chocar com o Planeta em 2027. Durante 5 dias, especialistas de uma conferência organizada pela agência espacial estudaram uma simulação do que aconteceria se isso se tornasse realidade.

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Como funcionou a simulação

Na simulação, em 2021 a NASA enviaria uma sonda para examinar o asteroide, confirmando que ele estaria seguindo em direção à cidade de Denver (EUA) e a destruiria; então 6 sondas seriam criadas por agências espaciais para alterar a sua trajetória. Elas demorariam 3 anos para ficarem prontas e 3 delas atingiriam o objeto com sucesso, mas um pedaço do objeto, com 60 metros, continuaria vindo para a Terra, dessa vez em direção ao leste dos Estados Unidos.

Haveria a possibilidade de usar uma bomba nuclear para tentar desviar o que sobraria do asteroide, mas seria deixada de lado por desacordos políticos. Faltando 6 meses para o desastre, especialistas acreditariam que o objeto estaria indo em direção a Nova York, algo que seria confirmado 4 meses depois, com a informação de que a colisão destruiria a cidade.

(Fonte: Jesús Diaz/Reprodução)

A simulação tenta planejar uma evacuação da cidade, considerando que o asteroide entraria na atmosfera a 69 mil km/h e explodiria 15 km acima do Central Park, criando uma energia mil vezes maior que a da bomba nuclear detonada em Hiroshima. Questões sobre a evacuação foram levantadas, como quem pagaria pelo processo, onde a população seria abrigada e como seria a preservação dos artefatos únicos que estão na cidade. Em resumo, Nova York seria eliminada completamente, mas com tempo suficiente para salvar toda a sua população. 

Em 2021, cientistas deverão se reunir em Viena, na Áustria, onde uma nova simulação será estudada, considerando que o asteroide poderia cair em algum lugar da Europa.

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