Os jogos de PC mais populares de todos os tempos

Eles marcaram época, revolucionaram a indústria, angariaram legiões de fãs e agora marcam presença na nossa seleção dos mais populares de todos os tempos!

Por mais que nossos pais ficassem enfurecidos ao encontrarem atalhos para jogos instalados no computador e nos culpassem por todo e qualquer defeito no sistema operacional, todos nós jogadores nunca deixamos de tentar nos divertir com estas máquinas. A realidade é que elas deixaram, ao longo do tempo, de ser apenas estações de trabalho para virarem centrais de entretenimento.

Com esta bela história de evolução das capacidades de processamento, memória e até mesmo no código dos aplicativos, muitos nomes marcaram épocas e foram aclamados por legiões de jogadores ao redor do mundo.

Neste artigo traremos para vocês apenas alguns dos exemplos dos jogos e franquias que mais “pegaram” na plataforma, divididos dentro de categorias, seguidos de uma breve descrição de suas histórias e qualidades.

Logo abaixo de cada seção, vocês poderão votar — dentro das opções fornecidas — em quais os seus títulos e séries queridas, mais adoradas e jogadas. E pessoal: não se irritem se os seus jogos favoritos não estão nas listas. Ao invés disso, postem seus comentários e opiniões para que possamos avaliar cada uma das dicas e considerações colocadas por vocês, certo?

Atenção: as imagens nem sempre se referem ao título mencionado. Na maioria dos casos elas foram retiradas das versões mais recentes (como Grand Theft Auto IV, Alone In The Dark: Near Death Investigation ou Street Fighter IV, por exemplo).

Vamos às categorias e nomeações!

 

Ação

Tiros, fugas e explosões cinematográficas

Quem é que não gostade barris voando pelos ares, explosões catastróficas e balas cantandonos ouvidos (tudo isso virtualmente, é claro)? Por isso vamos começar anossa grandiosa seleção pelos jogos de ação, tão carregados deadrenalina quanto os filmes de Hollywood!

O primeiro indicado énada menos que Grand Theft Auto, conhecido carinhosamente como GTA. Asérie está no número 4 — tendo outros episódios paralelos, como SanAndreas — e evoluiu muito desde que o pequeno personagem corria pelatela toda enquanto a câmera era presa ao topo do cenário, mas sempremarcou pela irreverência, violência e pela extrema liberdade dada aojogador.

Explosões na cidade da liberdade

Também especialista em tiros, o policial Max Payne conquistou inúmeros fãs com sua jogabilidade voraz, ágil, e efeitos decinema, observados nas coreografias entre as lutas e também no chamadoBullet-Time, o modo de câmera lenta que permitia a você mirar com maisprecisão e até mesmo se esquivar de alguns dos disparos.

SamFisher também responde pela lei no game criado a partir do mundoidealizado por Tom Clancy: Splinter Cell. Sendo um veterano do U.S.Navy SEAL e agente da NSA, ele é perito em espionagem e conta com muitatecnologia para se infiltrar e neutralizar seus adversários pelos becosmais obscuros e inacessíveis. Você será capaz de guiá-lo em sua buscapor vingança?

Sam Fisher continua destemido

Do lado oposto da linha (e da justiça) temos o Agente47 — de Hitman, que virou até filme — um assassino de aluguel criado a partir deexperimentos que visavam a construção do humano perfeito. O enredocarrega muito mistério, levando-o por muitas missões a serviço daAgência de Contratos Internacionais. Quanto mais silenciosas suasexecuções (e menores as repercussões), maior é o pagamento.

Começamoscom o caos frenético, baixamos um pouco o ritmo, mas agora voltamos aotopo com Gears of War, o irmão mais novo de todos os listados. No papelde Marcus Fenix, seu objetivo é acabar com a raça dos Locusts, queestão invadindo e destruindo a Terra, ocupando suas profundezas. Oarsenal é pesado, bem como os gráficos (de ponta, dignos de muitoselogios) e os seus colegas de equipe: todos bombados e armados até osdentes.

 

Aventura

Em busca de respostas e de soluções para mistérios

Vamos agora paraum momento mais calmo de nossa seleção, mas nem por isso menosdesafiante. O gênero aventura abrange uma enormidade de títulos,portanto consideramos aqueles que prezam mais pelo desenvolvimento quepelo gatilho. Entretanto, cabe notar que os dois primeiros sediferenciam dos demais por serem do tipo Point and Click (clicar eapontar).

No topo da lista temos Monkey Island, uma série de jogosque não emplacou tanto no Brasil (em termos de popularidade, poispoucas pessoas o jogaram), mas que quem teve o privilégio de conheceramou até o fim. No papel de GuyBrush (nomeado graças ao arquivo decomputador), você vive o sonho quase impossível de se tornar o maiorpirata de todos e de conquistar o amor de Elaine Marley.

Mas, comoem toda boa trama, há empecilhos. Neste caso ele tem até nome: LeChuck,o pirata morto-vivo. O restante da trama se desenvolve com os segredosquase que indecifráveis da Monkey Island (ilha) e com um humor que ofaz disparar em gargalhadas a cada evento ou cena mais importante.

Aindada Lucas Arts (produtora do anterior), temos também Full Throttle. Nelevocê controla Ben, um protagonista — motoqueiro e invocado — que serecusa a trocar sua moto com rodas pelos novos modelos flutuantes.

Depoisde conhecer o dono da última companhia que ainda produz as motocicletastradicionais, o personagem é pego em meio a um enredo que envolveassassinatos, golpes corporativos, pancadaria e muita velocidade nasestradas.

O humor no diálogo também é muito presente(característica da Lucas Arts para a maioria de seus jogos). Ao navegarpelo cenário você se depara com opções como “Provar”, “chutar” (paraderrubar as portas fechadas ou trancadas) e com tiradas impagáveis.Mesmo tanto tempo após o seu lançamento, Full Throttle é um jogo queainda merece ser jogado do início ao fim!

Extremamente popular no mundo dos games e também nos cinemas(principalmente em meio à garotada), a série Tomb Raider conta a sagade Lara Croft, heroína e musa que perdeu seus pais em um acidente deavião. Depois de adulta e com um apetite gigantesco por arqueologia(avançada, diga-se de passagem!), a belíssima morena se utiliza de seussaltos acrobáticos e muita habilidade com armas para desvendar segredosanciãos em catacumbas, desertos e florestas.

Seguindo a linha de jogos mais populares e com movimentos acrobáticos,temos Prince of Persia, que traz o príncipe das arábias lutando contrao tempo e contra seus próprios demônios em muitos jogos. Escaladasmajestosas, areias do tempo, cenários encantadores e armas capazes dedegolar os inimigos são apenas algumas das coisas que você encontraráao explorar este mundo.

Completando o pacote de jogos neste gênero, temos a aventura de Braid,um jogo muito novo, mas que já é considerado como clássico instantâneo,dada sua genialidade e qualidade de execução. Nele você manipula otempo enquanto busca sair dos desafios de cada mundo. Aliás, você podeacreditar que tudo é muito óbvio, mas em breve perceberá que as coisassão sombrias e perversas.

 

 

Corrida

Velocidade e muito nitro nas veias!

Não é só nos consoles que estesjogões brilharam, muito pelo contrário, a história avançada deles teveinício em computadores, que na época permitiam gráficos mais elaborados(até tridimensionais) e uma simulação das leis da física muito maisapurada. E desde este início temos como exemplo NASCAR, que retratavaas corridas fulminantes nos circuitos ovais norte americanos.

GrandPrix — ou F1GP, como também é conhecido — é outro exemplo dos quecomeçaram cedo e que revolucionaram a indústria dos jogos. A novidadeemplacada por ele? Ajustes e personalizações nos carros que permitiammaior rendimento durante as corridas. Tudo bem que outros games fizeramisso até antes dele, mas nenhum com tamanha acessibilidade. De quebravocê ainda contava com circuitos e carros oficiais. Em 1992 este foi oápice!

GTR sempre foi o mais próximo que alguém pôde chegarda simulação com carros preparados. Aliás, todo o jogo é baseado narecriação mais perfeita possível das corridas reais, desde os ângulospara entradas em curvas até os pontos de frenagem na pista. Quem eranovato também tinha vez, já que existiam três modos: um com dano efísica completos, outro moderado e outro leve, mais acessível aopúblico em geral.

Já da nova safra de jogos, o maiordestaque é GRID, da Codemasters (mesma empresa que produziu um dosmelhores jogos de rally já vistos, Colin McRae). Ele o leva ao mundodas corridas em pistas fechadas, com companhias bancando seu sucesso esua carreira de piloto. Os maiores destaques são os gráficos (debabar!) e a resposta dos veículos às curvas e danos. Bateu com tudo?Sua corrida já era.

 

Mas, no Brasil, é irremediável o estrago que asérie Need For Speed fez. Com o lançamento de Underground houve umaumento no volume de jogadores em LAN houses e de carros tunados nasruas. O resultado foi a maior febre que um game de corrida já causou nahistória. Todos ficavam vidrados no monitor ao mudarem os motores, apintura e ao liberarem turbos e atingirem velocidades estratosféricasnas pistas ilegais da cidade.

 

Terror

Calafrios que se espalham pelas suas entranhas

Em uma época que osgráficos tridimensionais começavam a surgir (com baixa qualidade) e queas trilhas sonoras em CD-ROMs se sobressaiam, Phantasmagoria conseguiusurpreender a todos com as chamadas FMVs, isto é, cenas realmentefilmadas, com atores e tudo. Eles, junto com muito sangue e cenas defazer os cabelos arrepiarem, consagraram o título como um dos maisassustadores de todos os tempos!

Também inaugurando uma variaçãodo gênero (que depois viria a ser chamada de Survival Horror) temosAlone in The Dark, de 1992. Nele, você controla Edward Carnby, umdetetive de casos sobrenaturais contratado para investigar o suicídiodo tio de Emily Hartwood, Jeremy. Logo ao chegar à mansão você percebeque há muita coisa errada.

Seu enredo foi espetacular para a época,com gráficos poligonais e uma ambientação que variava de paisagensensolaradas da entrada da casa para fantasmas e ares sinistros, como nosubsolo, ocultado por sequências de cartas do baralho no labirinto dojardim.

Outro jogo desta lista (Dead Space) chegourecentemente ao cenário, mas angariou uma verdadeira legião dejogadores com seu ar pesadíssimo, trilha sonora horripilante e umaambientação de quase matar do coração. Para completar tudo isso? Sim,monstros assustadores que o atacam nos momentos mais inesperados e umanave perdida no espaço. Você não tem para onde correr!

Partindopara a linha que mescla mistérios e outras dimensões com os sustos,temos a aclamada série Silent Hill, que teve aparições importantes noscomputadores, como em sua versão The Room (o quarto jogo na sequência).Nele, o personagem se encontra preso em seu quarto — selado pelasportas e janelas —, ao passo que um rombo enorme cresce na parede dobanheiro. Apenas gritos agonizantes, vozes e criaturas o aguardam nooutro lado.

Por fim, temos Resident Evil 4. Este jogo não foilançado originalmente para PC (e sim para GameCube, depois com versãopara Playstation 2), mas recebeu um port rápido com gráficosequivalentes. Não é preciso dizer mais nada, já que ele é jogão emqualquer plataforma. Um clássico instantâneo que revolucionou a sériecom novos esquemas de controle.

 

Esporte

Próprios para os dias de chuva ou de gripe

No país do futebol, ojogo que ganhou maior destaque obviamente foi FIFA, da Eletronic Arts.Aliás, o título foi um dos primeiros a iniciar a onda de campeonatosoficiais por aqui, dos quais emergiram jogadores de nível mundial.Jogar pelo teclado nunca foi tão confortável, mas os controles nãodemoraram nada para aparecer, tornando-o comparável diretamente com asversões de consoles.

E se temos FIFA, é claro que obrigatoriamentetemos que colocar seu rival, PES (Pro Evolution Soccer, que algunsconhecem pelo nome Winning Eleven). As versões para computadores são,em grande maioria, inferiores, mas aos amantes do esporte isso épraticamente irrelevante. O que importa é diversão, companhia e uma boapartida.

Mas não foi só com FIFA que a EA fez sucesso. Todos os outros títuloscom grande expressividade — no que diz respeito aos esportes ecomputadores — estão ligados a ela. Outro exemplo de impacto até mesmoaqui no Brasil é NBA, o jogo oficial da liga americana de basquete comcontroles de primeira linha e carregado de diversão nas linhas demarcação.

No que seria o campo para o gelo, as quadras de Hockeyde NHL (National Hockey League) trazem ao jogador uma modalidade poucoconhecida entre os brasileiros, mas com objetivos similares aos dofutebol: marcar gols. A única diferença é que os jogadores de cada timedeslizam sobre patins de gelo e utilizam tacos para rebater uma espéciede disco. Corpos pesados deslizando, tacos e armaduras são uma ótimacombinação para gerar violência e diversão. Sucesso garantido!

Comoo golfe é uma realidade um tanto afastada da maioria dos brasileiros,escolhemos como quinto representante na categoria de esportes o tênis,que teve Guga como um dos principais atletas da história nacional. Ecomo melhor título da linha para computadores? Virtua Tennis, com suajogabilidade responsiva e muito conteúdo para os fãs.

 

FPS

Você nunca esteve tão “dentro” no jogo

Puxe pela memória: quantos jogos de tiro em primeirapessoa você já jogou e curtiu no computador? Provavelmente muitos, hajavista que eles compõem este gênero predominante na plataforma. Averdade é que a combinação de mouse com teclado é ideal para que jovense vovôs do mundo inteiro treinem a pontaria mirando nas cabeças de seusadversários, conseguindo os Headshots (humilhação instantânea para oadversário)!

Em uma passagem rápida, nomes como Crysis, Far Cry,Brothers in Arms, Turok, Medal of Honor, Unreal Tournament, NaturalSelection e Halo saltam na memória, tornando praticamente um sacrifícionos limitarmos a apenas cinco títulos. Como não há outra opção, vamosaos concorrentes desta categoria.

Mas partamos de um ponto próximodo início: Doom. Produzido pela id Software (lê-se íd, e não “ai dí”,como a maioria acredita), ele é um dos precursores do estilo, definindoparâmetros para gráficos, partidas em rede e conteúdo personalizado.Seu sucesso também tem justificativa, isto é, violência de sobra,munição pesada e monstros no planeta vermelho. Assim não há como algodar errado!

Quake (da mesma produtora) foi o primeiro gameinteiramente modelado em 3D (os outros aproveitavam imagensbidimensionais para efeitos, cenários e personagens), trazendomelhorias à jogabilidade, muito mais conteúdo e diversão. O jogo maisrecente é Quake 4, que assim como Doom III se passa no espaço, comfatos sobrenaturais e monstros por todos os lados.

Quando citamos onome Half-Life, muitos o tratam como um programa, como uma base paraoutras coisas, mesmo este tendo sido um dos jogos mais influentes dadécada passada. O motivo para isso? Tudo o que a garotada queria (nasLANs ou em casa) eram as modificações dele. Não entendeu? Pense em Counter-Strike, um exemplo de game que precisava de Half-Life instaladopara rodar!

Você pode estar em meio à Segunda Guerra Mundial — tantocom os aliados quanto com os nazistas e fascistas —, mas se há algo que Battlefield 1942 consegue fazer é transportá-lo para uma realidade desonhos. A liberdade é extrema em mapas gigantescos ou ainda pequenos,mas disputados fervorosamente, cada qual com sua beleza própria(praias, ilhas paradisíacas, desertos dourados).

Sobre tudo isso,imagine a sensação de poder passear de avião, largá-lo sobre a baseadversária enquanto se salta de paraquedas, metralhando tudo e todosque passam abaixo de você. Não é o bastante? Então saia dar uma voltade Jipe, de tanque de guerra, Apache, APC, Buggy... tudo isso em mapascom 64 jogadores ao mesmo tempo (online ou offline).

E fechando arodada de selecionados como títulos para Tiro em Primeira Pessoa, maisum famoso e ambientado na Segunda Guerra Mundial: Call of Duty. Difícilalguém que curta o gênero e que não tenha testado as habilidades norifle de longa distância (durante a missão da represa) ou no modo paravários jogadores, quase sempre frenético e imprevisível (era comum vermísseis passando pela sua frente em corredores fechados).

 

Simuladores

Aproximando os jogos da realidade

Quem é veterano nos computadores provavelmente se lembra do título X-Wing: Tie Fighter, que seguia a história dos guerreiros Jedis e seus companheiros de Star Wars. Muitos até compravam manches para se divertirem com as naves. Bons tempos, mas não o suficiente para colocá-lo no TOP 5 de simuladores, que começa com Flight Simulator, da Microsoft.

Tudo é extremamente preciso e fiel à navegação das aeronaves de verdade. Muitos dos jogadores principiantes chegaram a se queixar de que não conseguiam nem levantar vôo (também, com aqueles painéis, só pilotos o fariam!). Realismo ao extremo no que diz respeito à jogabilidade e gráficos acima dos padrões da época.

Mudando do cenário aéreo para o dia a dia de cada pessoa, temos uma representação cheia de charme e carregada de humor com The Sims, jogo no qual você deve criar um personagem e acompanhar seu desenvolvimento, seja junto a uma família ou aos amigos e vizinhos chatos que o importunam o tempo todo. Dançar, comer, tomar banho e trabalhar são apenas algumas das necessidades.

Ampliando um pouco o foco (quase nada!), temos Sim City. Neste outro simulador desenvolvido pela Maxis, você toma o lugar de um prefeito que deve erguer “do nada” uma cidade inteira. Você começa com energia, pavimentação, loteia as zonas e se quiser pode até brincar de Deus. Tudo vai do quão bem sua administração caminha e de como seu saldo está no banco. Também não há fim. Sua cidade apenas cresce!

A proposta de Roller Coaster Tycoon era um pouco menos abrangente (apenas gerenciar a montanha russa ou o parque), portanto mais fácil, certo? Errado, construir tudo adequadamente e gerenciar o lado financeiro era um inferno para quem não prestava atenção. Visitantes, segurança, entradas e saídas, lixo e outra infinidade de aspectos proporcionavam ao jogador horas de diversão.

Como todo bom brasileiro, você deve ter estranhado não ver Elifoot na categoria de esportes, certo? Este game era leve, popular e ocupava a memória de muitos dos computadores da “piazada” por aí. Seu objetivo era gerenciar um time completo de futebol, vendendo e comprando jogadores, escalando, alterando salários e contratos e muito mais. Técnico e dirigente ao mesmo tempo!

 

Estratégia

Diversão e muito raciocínio neste gênero único

Temos aqui outro gênero de sucesso nos computadores, principalmentepela praticidade proporcionada pela combinação de mouse com teclado(torna-se fácil selecionar unidades, comandá-las e arrastá-las a pontosespecíficos). Títulos de qualidade também não faltam. Bonsexemplos de franquias são: Total War, Caesar, Age of Mythology e Riseof Nations, sendo estes dois últimos da Ensemble Studios, pertencente àMicrosoft.

Todos os listados acima são ótimos games, mas que aindaassim não entraram na nossa seleção dos cinco favoritos, iniciada peloclássico atemporal Age of Empires. Por quê? Simples, ele envolveestratégia profunda, gerenciamento de unidades e recursos, além deevolução por eras. Difícil encontrarmos um gamer que nunca experimentoua série em qualquer uma de suas versões. Além do mais, a primeirarodava em quase todas as máquinas.

Partindo das guerrasmedievais para um tempo que está situado pouca coisa à frente do nosso,temos o venerável Command and Conquer (comande e conquiste). Nele vocêdeve coletar recursos, construir suas bases e treinar unidades paraaniquilar a nação oponente (você escolhe entre GDI ou NOD nosprimeiros, com a notável participação do comandante Kane).

O ritmodo jogo é perfeito e tudo se torna ainda mais interessante à medida queo enredo se desenrola e as novas armas e estruturas são apresentadasaos jogadores. Armas a laser vindas do espaço, cercados com caudas deescorpiões e soldados fritando com a radiação são apenas toques finais.

Compartilhandoas mesmas características, mas com batalhas sangrentas entre elfos,orcs e outras espécies, surgiu Warcraft, da Blizzard. A ação é muitomais visceral neste jogo que envolve magia e estratégia baseada tambémnos terrenos. Atualmente estamos no WarCraft 3, mas a linha dederivados é enorme (vide World of Warcraft, mais abaixo).

Se1994 viu o lançamento do jogo citado acima, 1998 foi o ano de outrojogo do estilo produzido também pela Blizzard: StarCraft. Nele ojogador se deparava com batalhas intergalácticas entre três espéciesdiferentes: Terrans (humanos exilados da Terra, mas com alta capacidadede adaptação), os Zerg — uma raça de insectóides obcecada com aperfeição genética e interessada em absorver as demais formas de vida —e Protoss, uma forma humanóide com tecnologia de ponta e capacidades“psiônicas”.

A relevância deste título é enorme no cenário mundialde jogos, sendo ele considerado por muitos jornalistas como o primeiroa evoluir os combates em tempo real e a apresentar um enredo dequalidade. O nível das partidas também subiu, com campeonatos começandoa aparecer ao redor do mundo.

Em ritmo um pouco mais compassado — ecom estilo um tanto diferente — temos a série Civilization. Ela ébaseada na estratégia em turnos, não em tempo real. O objetivo é sempreconstruir impérios que sejam capazes de perdurar pelos testes do tempo(e consequentemente das guerras, conflitos e uma série de outrosproblemas que fazem com que o jogador tenha que calcular a cada rodadaseus movimentos).

Para isso você tem que investir em um conjunto defatores, aplicar em tecnologia, decidir relações com países vizinhos eainda assistir enquanto eras e milênios são deixados para trás.

 

RPG

Mundos fantasiosos e enredos de primeira qualidade

No computadoreste gênero possui características únicas e geralmente é muito maisvoltado ao desenvolvimento do personagem e de suas habilidades do quedo próprio enredo, a exemplo de Star Wars: Knights of the Old Republic.O foco é o combate e a interação, enquanto nos consoles na narrativa, aexemplo da série Final Fantasy (os números VII e VIII contam comversões portadas para PCs).

A Blizzard realmente teve muito sucesso com seus jogos de estratégiaem tempo real, mas foi com os RPGs que ela se ganhou toda a fama eprestígio dos quais desfruta hoje. O primeiro marco foi Diablo, um jogono qual você deve batalhar o Lorde do terror e da maldade de frente.Para isso você assume o comando de um herói solitário que viaja pelosubsolo da cidade de Tristram.

A jogabilidade é toda baseada emcliques (para movimentos e ataques), o que é simples para novatos detodos os cantos do mundo. Outro ponto interessante do game é a coletade itens, equipamento e ouro largado pelos monstros (loot), fazendo comque você, além de subir de nível, busque as melhores e mais rarascombinações.

Poucos anos depois, a BioWare lançou um jogocom proposta similar, Baldurs Gate, também baseado no conflito eterno entre bem emal. Entretanto, aqui o foco é muito maior no diálogo e no enredo, queconsiste da leitura de muitos textos e passagens. Ele é bem consideradotambém por ser o único a implementar regras reais de RPGs no planoeletrônico (até a sua data de lançamento, haja vista que hoje muitosoutros jogos — até mesmo da franquia — já imitaram o modelo).

Oúnico problema, para todos com computadores mais modernos, é que eleoferece suporte apenas para resolução VGA, tornando o texto de difícilleitura em LCDs.

Entre os dois títulos acima, há Fallout,lançado no ano de 1997 e produzido por Tim Cain. A ambientação deixa olado fantasioso e se passa na Terra em período pós-apocalíptico, comdesertos nucleares e pouca vegetação a ser vista. A influência partiutoda da paranoia pós Segunda Guerra Mundial, alimentada também pelaGuerra Fria.

Já para títulos mais recentes temos a série TheElder Scrolls (com The Elder Scrolls IV: Oblivion) como uma das mais notáveis. O jogo é todopassado em câmera de primeira pessoa, assim como nos FPSs e envolveataques e magias lançadas pelo personagem ou adversários. Assim comonos demais, há progresso da história, coleta de itens e desenvolvimentode habilidades. Na internet você acha vídeos bizarros de Morrowind (oprimeiro), como Speed Runs em que o rapaz fecha o jogo em minutos(normalmente seria uma tarefa para dias).

E retornando aoconceito de RPGs baseados em comandos de mouse como Diablo, outro gamese torna cada vez mais popular: Neverwinter Nights, que já conta comduas versões e muitas expansões de conteúdo e missões. Os principaischamarizes são os gráficos bem consistentes e os movimentostridimensionais de personagens e câmeras.

 

MMORPG

O surgimento dos reinos virtuais

A modalidade revolucionou a maneira como muitos pensavam nos jogos. Surgiram mercados virtuais completos, outros foram parar em hospitais por não largarem os teclados e outros se divertiram aos montes. A contradição sempre circundou os Massive Multiplayer Online (jogos multijogadores online em massa), mas a realidade é que parece que eles vieram para ficar.

Exemplos que entram para a nossa lista são Ragnarok Online, Ultima Online e Priston Tale. Quem teve oportunidade de jogar alguns deles — como Ultima, por exemplo — deve ter se divertido muito com o escambo que rolava solto e com as hilárias confusões em filas, sempre controladas pelos moderadores muitas vezes maiores que personagens corriqueiros.

Saindo do mundo fixo dos videogames (como já colocado acima) para decolar também em nova forma está Final Fantasy, que em sua versão XI também se rendeu aos charmes dos MMOs. Entre todos os citados até agora, ele é um dos mais populares e jogados e constantemente recebe pacotes de atualização e de expansão. Conteúdo novo sempre é uma ótima ideia!

Mas é irremediável o estrago que a Blizzard fez também por estes reinos. Com seu precioso World of Warcraft ela conquistou seguidores, fama, episódios de South Park, debates e muitas manchetes, que ocuparam a preocupação dos pais e preencheram os jogadores com muito entusiasmo e alegria.

A verdade é que hoje nenhum outro chega nem perto do que ele oferece a você. Conteúdo aos montes (praticamente ilimitado), sistema equilibrado de desenvolvimento dos personagens, cidades inteiras, missões fantasiosas... Quando parece que você está terminando sua missão, novos desafios arrebatadores surgem diante de seu personagem. Não é a toa que milhões pagam taxas mensais para poderem entrar oficialmente nos reinos de World of Warcraft.

 

Luta

No mano a mano ou a base de muita magia

Sim, finalmente chegamos a um tipo de jogo que geralmente não se dá bemnos computadores. Se o mouse e o teclado são os reis dos FPS e dosjogos de estratégia, são um pesadelo para todos os fissurados em gamesnos quais a pancadaria rola solta, seja em ruas ou ainda nos ringues.Mesmo assim, como já foi dito, basta ligar um controle na máquina pararesolver o problema.

Prova disso é o fato de que temos MortalKombat 4 na plataforma, como adaptação da versão lançada para osvideogames. Liu Kang, Goro, Sub-Zero, Scorpion, Cage e companhia oaguardam para duelos letais, com direito aos famosos fatalities (asvezes mais que um por personagem) e muito sangue no cenário!

Outrasérie que é popular (principalmente entre os gamers com Playstation 2)recebe o nome Guilty Gear. Ao contrário da maioria, aqui realmente háum enredo, tendo a maioria dos personagens entrelaçados ao longo dosanos (a terminação deve sair agora, para Playstation 2). Mas o que maisconquistou os fãs foi a jogabilidade exata, tão precisa quanto a dosoutros concorrentes em duas dimensões, como Street Fighter.

Efalando em Street Fighter, a série também teve passagens bem rápidasnos PCs, discretas e sem grande sucesso. Isso oficialmente, porque como uso de emuladores e outros programas (como a plataforma M.U.G.E.N.)os fãs se acabaram de jogar ou de reinventar o clássico, com novosataques e até personagens. Com o lançamento oficial de Street Fighter IV na plataforma, toda esta história de brilho fraco deve dar umaguinada furiosa rumo ao topo!

Para os amantes da terra do solnascente e de seus personagens de olhos puxados e esbugalhados — compadrão Mangá — a escolha certa é Melty Blood, que tem versões oficiaispara computadores e histórias decentes. Com diversas revisões, o gamefinalmente conseguiu atingir equilíbrio entre poderes de personagens.

Agora,diferente de tudo o que vocâ já viu mesmo é Rag Doll Kung Fu. A brigarola solta aqui também, mas de um jeito bem diferente: seus personagensatuam como marionetes (com juntas móveis e reagentes ao sistema defísica avançado proposto pelo motor do jogo), fazendo com que vocêarraste-os de um lado para o outro e em direções precisas para que osgolpes sejam desferidos.

Com muitos personagens na tela de uma sóvez, você cairá na gargalhada ao desafiar seus amigos. Cansativo depoisde um tempo, mas ótima diversão para casuais e para os que buscam umadose de inovação no gênero.

 

Os mais populares de todos os tempos

Se escolher alguns em cada categoria já foi um sofrimento, imaginemafunilar todos em um TOP 5 dos melhores! Impossível ser justo, atémesmo porque tudo é subjetivo, depende dos gostos de cada um.Justamente por este motivo optamos por montar esta enquete final com osnomes que acreditamos serem alguns dos mais jogados e conhecidos aquino Brasil:

Como você pode notar, nenhum destes nomes passa como desconhecidopara a maioria e todos foram alvo de muitas horas de sofrimento,alegria, conquistas e frustrações de jogadores ao redor do mundointeiro.

Mas e você, qual foi o seu jogo favorito, o que mais consumiu horas dasua vida e o que continua a empolgar mesmo depois de tantos anos? Nãodeixem de dar as suas dicas para que nós possamos adicioná-las ao textoe às enquetes. O Baixaki é formado pela opinião e pela participação dosleitores.

Até a próxima!


RECOMENDAMOS PARA VOCÊ


RELACIONADOS
COMENTÁRIOS
NOVAS
TOPO DA PÁGINAVER SITE COMPLETO